terça-feira, 11 de setembro de 2012

Reflexão da campanha política em Maracaçumé

Por Renato Kóster:

A utopia do povo foi ao estremo na noite de ontem (10/09). Uma espécie de desespero tomou conta do eleitorado fanático de Maracaçumé, são poucos, mas esses fazem a maior algazarra quando querem. Veja o cúmulo do absurdo: Os representados do 43 que, deviam está junto do seu candidato (Gal), estavam perseguindo o Chico Velho, da mesma maneira os eleitores do Chico Velho, se submeteram a esse ação faceta. Ambos os grupos estão equivocados em querer fiscalizar quem compra ou deixa de comprar votos, esse papel é da polícia e Justiça.

Agora se os aspirantes a prefeito estão comprados votos, isso acontece por que tem quem vende. Não adianta nada o governo fazer campanha contra isso, esse artifício do eleitorado está no sangue, só votar em quem lhe pagar por isto! Isso é perigoso, foge da moral e causa baderna. A democracia não é essa loucura toda, mas fazer o quê?

Ainda mais que, existem eleitores que usam de má-fé e comem dois lados. Esse enfoque é o mais imoral que pode existir no ser humano. Isso se chama latrocínio antecipado dos cofres públicos, pois quem vai pagar por este dinheiro é o povo lá na frente. Mas ninguém pensa assim, só os que estão comprados, pois todo esse dinheiro terá que retornar a origem, agora adivinhe de onde ele irá sair?

Outro dia conversando com uma pessoa, que é candidato a vereador, ele me disse que: quando ele entra em uma casa para pedir voto, a primeira coisa que os eleitores apresentam são os paredões da casa, que precisam de reboco, e, portanto, carece de CIMENTO (Ri muito). O povo não quer saber de proposta coletiva, e sim de proposta de cunho pessoal. É triste isso, mas esse tipo de atitude do eleitorado ainda impera no Brasil.

A sociedade cobra tanto dos políticos, mas pensando bem, ela é a culpada de todo o sistema dentro da política. Um candidato pra ganhar precisa gastar o que não tem. Isso por que o povo não vota de graça. Entretanto, esse mesmo eleitor cobra do prefeito durante quatro anos. Todavia ele não lembra que vendeu o voto. O homem vive uma anástrofe de valores.

Voltando a noite de ontem, queria ressaltar que às vezes quem mais mergulha na guerra eleitoral são os menos lembrados depois. Sou contra esse tipo de atitude, não faz meu caráter. Arrancar bandeira, brigar, escrever anonimamente na net, isso é coisa pra quem não tem o que faze da vida (tá ouvido pessoinhas que dizem que eu escrevo o face do eleições 2012), não sou eu, e vou processar quem continuar dizendo por aí que eu escrevo aquilo lá, já estou nas últimas.

Pronto falei tudo que eu queria.

COMENTÁRIO:

O direito de escolher um candidato ou outro é de todos. Não é porque eu voto em Indalécio que tenho que desrespeitar quem vota em Marcel, e vice-versa.

Infelizmente muitas pessoas não compreenderam o real sentido da palavra DEMOCRACIA.

O debate de opiniões é sempre válido, mas ele pouco ocorre.

Propostas de trabalhos quase não se ouve, lamentável.

A reflexão do texto acima é muito coerente: parabéns Renato pelas belas palavras!!

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